O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve nesta quarta-feira (31/10) a taxa básica de juros em 6,5% ao ano. É a quinta vez consecutiva que o Copom decidiu não alterar a taxa Selic, que está no menor patamar desde o início do regime de metas para a inflação, adotado em 1999.

O Meu Barão leu o comunicado do Copom, que  avaliou que embora o nível de ociosidade da economia contribua para uma inflação baixa, os fatores que podem provocar disparada de preços no futuro passaram a ter “maior peso” no cenário básico desde a última reunião. Entre os riscos, citou a aprovação de reformas econômicas e a volatilidade do cenário externo. Trocando em míudos, diz o Meu Barão, é preciso que o governo Bolsonaro pise no acelerador das reformas.

Vale lembrar que para 2018 a meta central de inflação é de 4,5%. O sistema prevê uma margem de tolerância, para mais ou para menos. Por isso, a meta será considerada formalmente cumprida pelo Banco Central caso fique entre 3% e 6%.

Dólar e Bolsa

Em outubro, o dólar acumulou queda de 7,80% e teve o maior recuo mensal desde junho de 2016 (11,05%). Já a Bolsa de Valores teve uma valorização de 10% no mês.

“O que fazer, onde aplicar o dinheiro?”, pergunta o empresário José Roberto, paulista, ao Meu Barão.

Uma boa dica é diversificar os investimentos em renda fixa e varíavel, diz o Meu Barão, depois de conversar com vários economistas e analistas de mercado. Como a agenda de reformas do próximo governo ainda está em suspenso, não se sabe por exemplo o que será priorizado. E por isto é preciso olhar com cautela o cenário para investir.

O Meu Barão esclarece que se por um lado a taxa Selic está baixa, dá um baixo retorno ao investidor, por outro o cenário político interno ainda carece de cuidados, até que a nova equipe econômica tenha uma agenda consistente.

Fundos de renda fixa DI e títulos do Tesouro Direto podem ser boas alternativas para investir sem susto. Com um pitada do dinheiro aplicada em fundo de ações e multimercados, recomenda o Meu Barão.

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